sábado, 30 de julho de 2011

As Mugs (canecas) da Disney agora terão chip

As Mugs (canecas) da Disney agora terão chip

Conforme está sendo noticiado em vários sites especializados, após os vários rumores que já haviam surgido a respeito, finalmente um novo sistema começa a ser testado a partir de hoje (18 de julho) no complexo Disney com o objetivo de auxiliar na utilização escorreita das famosas canecas ("mugs"). Para o início dos testes foi eleito o Disney’s All Star Sports Resort.

Pela primeira vez a Disney passa a utilizar um chip (sistema "RFID" - ou seja "Radio-Frequency IDentification") nas suas canecas para que possam controar a utilização de acordo com a modalidade adquirida. Existirão canes que poderão ser enchidas apenas durante o período da refeição (por volta de uma hora), outras que poderão ser utilizadas por longos períodos.

A partir de agora também não será mais possível encher a caneca repetidas já que o sistema permite apenas que a caneca seja enchida a cada 05 minutos.

Esta nova tecnologia adotada pela Disney foi implantada pela ValidFill que mantem sistema similares no SeaWorld e também no Royal Caribbean Cruise Line. Eles também fornecem essa tecnologia para a Coca-Cola (Coke Freestyle).

Pelo que consta, expirado o período que essas novas "mugs" podem ser utilizadas apenas é possível enchê-las com gelo ou água nas máquinas.


quinta-feira, 21 de julho de 2011

Michael Eisner e a Hotelaria Disney

Michael Eisner e a Hotelaria Disney POR CLAUDEMIR OLIVEIRA

Durante meus quinze anos na Disney, aprendi a admirar um executivo que ajudou a transfromar uma era. Tive a oportunidade de ouvi-lo várias vezes em suas visitas a Orlando. Michael chegou em 1984 quando a empresa passava por momentos críticos, muito bem expostos num livro raro chamado Storming The Magic Kingdom (Tempestade no Magic Kingdom), de John Taylor. Além desse livro, recomendo a leitura de Work in Progress (Trabalho em Progresso), escrito pelo próprio Eisner, onde ele conta todo o processo de sua contratação.

Em resumo, ele não era o mais qualificado porque sua experiência era puramente de cinema (Paramount Pictures, responsável por sucessos como Indiana Jones) e televisão (ABC). A The Walt Disney Company buscava um executivo com experiências também em suas outras divisões, como parques temáticos e licenciamento de produtos, além de cinema, é claro. Numa jogada sensacional, Roy Disney Jr., filho de Roy e sobrinho de Walt, juntou-se a alguns acionistas (os principais eram Sid Bass e Stanley Gold) que controlavam mais de 50% das ações da empresa. Roy os convenceu que precisavam voltar a ter um tipo de liderança igual àquela feita por seu pai e tio durante décadas. Um gênio criativo (Walt) e um gênio financeiro (Roy).

Pois bem, a mistura agora seria Michael Eisner (Chairman e CEO) e Frank Wells (presidente e COO), vindo da Warner Brothers. Quem comandava a Disney até então era Ron W. Miller, genro de Walt Disney, casado com sua filha Diane Miller. Michael também criou muitas confusões devido ao seu ego. Quando Frank faleceu em 1994 num acidente de helicóptero, sua estratégia foi não ter um segundo homem forte na empresa. Por isso, teve brigas homéricas com Jeffrey Katzenberg (agora na Dreamworks), Michael Ovits e, por incrível que possa parecer, com o próprio Roy Disney Jr que o trouxe em 1984. A briga tomou uma proporção tão grande que Roy criou na época o site www.savedisney.com tentando convencer acionistas a derrubarem Michael que só deixou a empresa em 2005; seu antigo número dois, Bob Iger, assumiu a empresa já bem encaminhada.

Voltando à chegada de Michael à Disney, ele teve sua primeira ideia genial, um verdadeiro golpe de mestre. Atrelou seu salário a bonus baseado no seu desempenho. O resultado é que, em poucos anos, Michael se tornou o executivo mais bem pago do mundo. Devido a espaço, concentro esse curto artigo em suas estratégias para a hotelaria da divisão Parks & Resorts. Para que se tenha uma ideia da importância desta área, dos aproximados 135.000 colaboradores de todas as divisões da The Walt Disney Company, aproximadamente 100.000 estão nos parques e hotéis espalhados pelos continentes. Somente em Orlando, dependendo da sazonalidade, chega a 66.000. Walt Disney World Resort é considerada a maior empresa do mundo a concentrar, num mesmo local, tantos colaboradores.

HOTÉIS "ALIMENTANDO" PARQUES TEMÁTICOS

Ao observar que os parques e hotéis estavam com problemas sérios de ocupação, Michael se reuniu com os principais executivos daquele segmento perguntando o que estava acontecendo. As respostas iam em todas as direções, mas Michael rapidamente percebeu que a empresa não se preocupava com a concorrência. Ele sabia que a situação era crítica, muito crítica.

A pergunta fatal de Michael para os executivos: o que a hotelaria local está fazendo? Pediu um estudo comparativo de tudo e rapidamente percebeu que a Disney possuia basicamente hotéis de luxo. A concorrência investia pesadamente nos econônimos. Michael sabia que, para o sucesso dos parques, precisava ter muitos quartos e criar estratégias para reter esses convidados (na Disney, palavra equivalente a clientes) dentro da propriedade. Começava a grande revolução hoteleira. Além de luxo, hotéis de outras categorias foram criados, como os moderados e econômicos, além de casas para famílias.

Hoje são aproximadamente 30 mil quartos e há mais a caminho com o Disney’s Art of Animation Resort, em 2012. Como as estratégias sempre incluiam ingressos e vários benefícios de hospedagem dentro do complexo, o sucesso acabava sendo refletido tanto na hotelaria quanto nos parques. Essa seria a lição que deveria ter sido aprendida quando o parque temático foi aberto. Mas o toque final da magia está no serviço. De nada adianta existirem parques fenomenais, hotéis incríveis com colaboradores despreparados, usando máscaras de sorrisos falsos. Em outro artigo, escrevi que qualquer hotel no mundo, teoricamente, pode ser copiado, desde que haja dinheiro. Pessoas não podem ser copiadas. Por isso, escolha sempre os melhores que, como ouro, também precisam ser lapidados (treinados).

Quando a Disney voltou a brilhar e atingiu o sucesso, perguntaram a Michael quem eram seus concorrentes. Ele respondeu: aquela lojinha que vende bicicleta, pois se uma família decide por ela, os meus hotéis e meus parques sentirão o impacto financeiro. Por aí, você tem uma ideia quão agressivo ele era. E você? Você pensa como o Michael Eisner ou continua achando que uma bicicleta é insignificante para o seu negócio? Reflita. Que essas sementes de sonhos tragam uma bela colheita para seu empreendimento.

Fontehttp://www.revistahotelnews.com.br/2009/opiniao.php?get_op=86 acesso em 21/07/2010

Claudemir Oliveira é presidente do Seeds of Dreams Institute, na Flórida (EUA), focado na Psicologia Positiva aplicada às pessoas e às corporações. Jornalista com mestrado e doutorando (EUA) em Psicologia, tem mais de 20 anos de experiência em empresas como American Airlines, United Airlines e Walt Disney Parks & Resorts, onde liderou estratégias de treinamento global e foi professor da Disney University. Vive em Orlando e é membro vitalício da Harvard Medical School Postgraduate Association. Contato: www.seedsofdreams.org.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Exemplos da Disney para TI


mercado
Estratégias

O que os CIOs do Brasil podem aprender com a Disney?

Por Rodrigo Afonso, Computerworld , Publicada em 06 de julho de 2011 às 07h30

Superar as expectativas dos clientes internos e externos depende de observação, trabalho duro e tratamento exemplar.

Após passar por áreas de projetos, consultoria, interoperabilidade e inteligência de mercado, o executivo Roberto Prado recebeu uma missão considerada fundamental pelo presidente da companhia, Michel Levy: cuidar dos processos para atender e superar as expectativas de clientes e parceiros da organização. Ele é o diretor de Satisfação de Clientes e Parceiros da Microsoft Brasil.
No exercício do cargo, Prado descobriu que a empresa possuía um ativo importante de práticas na área, pouco divulgado: o arquivo de dez anos de pesquisas de satisfação, baseadas em uma prática global que aborda 15 diferentes perfis, como CIOs, consumidores finais, revendas, profissionais de TI diversos.
Os resultados dessas pesquisas são usados como indicadores de desempenho dos funcionários que têm como meta a satisfação dos consumidores. Todos os profissionais da Microsoft contam com métricas bem fundamentadas em pesquisas, ganhando pontuações em diversos elementos diretamente ligados à satisfação do público pretendido, seja interno ou externo.
Viu nessas pesquisas e métricas poderosos instrumentos. Mas decidiu ir além e foi buscar nas práticas de gestão do mundo encantado da Disney World a inspiração para mostrar aos gestores de TI de todo o País a importância de identificar necessidades de seu público e de lutar para superá-las. Durante o treinamento que fez com executivos da Disney, percebeu que a superação das expectativas dos clientes internos ou externos depende diretamente da combinação de três fatores: observação, trabalho duro e tratamento exemplar.

CIO: Hoje, quando aborda os CIOs, a Disney ganha papel especial. Como a empresa pode ajudar o mundo corporativo a obter melhor desempenho e mais eficiência?
Roberto Prado: A Disney tem uma máxima que diz “Você pode sonhar, criar e projetar o lugar mais espetacular do mundo, mas precisará de pessoas para tornar o sonho realidade”. E a área de TI é uma das que mais reclamam de falta de profissionais especializados, ao menos no Brasil. E aí vem a pergunta: você está tratando bem daqueles profissionais que já possui? Antes de responder, é necessário entender que tratar bem é, antes de tudo, reconhecer. Não custa nada para o líder fazer uma ligação parabenizando o funcionário pelo trabalho bem desempenhado, por alguma coisa bem-sucedida. O que acontece é que o líder ganha um profissional extremamente comprometido, que vai fazer o que for necessário para alcançar resultados. E não adianta falar de falta de tempo. Fazer um simples cartão de agradecimento não leva tempo nenhum e é capaz de ganhar um profissional.
A cadeia de valor da lealdade ajuda a entender como isso funciona. Ela começa na qualidade do serviço interno e na satisfação do profissional. Assim conquista-se retenção de profissionais, ganha-se bom desempenho, qualidade de serviço, satisfação do cliente, valor mais alto para o consumidor, lealdade do consumidor, para só então vir a receita, crescimento, lucro e valor para o acionista. Se começar ao contrário, buscando lucro e crescimento a qualquer custo, tudo tende a dar errado.

CIO: Do ponto de vista de experiência para o cliente, que tipo de lição a Disney ensina?
Prado: A Disney oferece um excelente exemplo porque, quando você entra em um parque, ingressa em uma experiência diferente, sai do real para o imaginário. Imagine que a experiência é o que o usuário vai vivenciar, saindo de um mundo complexo e conturbado para um mais fácil, em que a tecnologia trabalha a favor e o suporte resolve os problemas. Essa boa experiência, na empresa, não é negociável. Tem de existir.
Para falar de satisfação de cliente, a Disney apresenta, em seus treinamentos profissionais, o caso do funcionário do parque que se depara com a pergunta “a que horas é a parada das 3h?”. Obviamente, a própria pergunta já contém a resposta, mas há um significado maior nela e o profissional pode se antecipar com outras informações e superar, e muito, a expectativa do cliente. Imaginando que a pergunta vem de um casal com dois fi lhos, a sugestão da Disney é que ele vá além do óbvio e informe sobre a melhor localização para assistir no caso da presença de fi lhos pequenos, mostre opções de alimentação, fale sobre o melhor lugar onde tirar fotos com as personagens, entre outros. É assim que se busca o encantamento do cliente, em uma atitude que pode ser reproduzida no mundo corporativo.
Como a Disney chega a isso? Observando e tomando decisões que beneficiem o cliente. Por exemplo: a empresa percebeu que as lixeiras devem ficar, no máximo, a 27 passos do visitante, ou o lixo vai para o chão. Então, o posicionamento das lixeiras foi planejado com isso em mente. Além disso, tem a questão do backstage invisível. O que acontece se alguém vê o Mickey sem a cabeça de rato, fumando, encostado em um poste? O encantamento se dilui, a experiência é prejudicada.
Da mesma forma, um cliente interno não precisa ficar sabendo de questões que dizem respeito exclusivamente à área de TI, principalmente se forem problemas. A TI deve ter a atitude de assumir o problema do usuário como seu, mesmo que não seja falha sua.

Fonte:  http://idgnow.uol.com.br/mercado/2011/07/06/o-que-os-cios-do-brasil-podem-aprender-com-a-disney/

Se quiserem indicação de livo sobre Disney, Gestão e afins, deixei mensagem e/ou me encaminhem e-mail.

Abraços

Keka °0°

 

sábado, 25 de junho de 2011

Walt Disney: Liderança Transcendental

Walt Disney: Liderança Transcendental

A empresa do presente e do futuro depende do que chamo de “3L” (Líderes Lideram Líderes). Tudo parte do pressuposto que todos tem potencialidades desde a base até o topo da pirâmide. A questão é saber se o alto escalão consegue enxergar a base. Uso muito a Psicologia Positiva porque está baseada na potencialidade humana. Como exemplo, o presidente de uma construtora tem muito a aprender com o pedreiro da obra e, naturalmente, vice-versa. O que percebo nas consultorias que faço é que a comunicação entre os diferentes níveis hierárquicos é muito lento, quase parado. É como se houvesse uma barreira de concreto (ego) em cada andar que evita o fluxo de ideias de baixo para cima ou de cima para baixo. Como já disse em artigos anteriores, o problema do poder é que, de cara, você já tem um elemento chamado “ego”. É ele o responsável pelas barreiras. No exemplo acima, e generalizando, dificilmente um engenheiro, um arquiteto tem ouvidos para aqueles simples colaboradores. Se o profissional que está ao lado não tem a humildade de tentar aprender, imagine o presidente da empresa. Então, entre o térreo e a cobertura de luxo existe uma distância gigante. A ideia do colaborador é abafada no próprio andar. Não quero aqui vender a ideia falsa de que deveríamos todos os dias ter uma reunião para ouvir o pedreiro. Não é isso; refiro-me a, num princípio, informalmente, se interessar pelo que ele faz. Ele pode ter dicas de segurança que o engenheiro jamais imaginou. Ele pode ter ideias brilhantes mesmo no meio da poeira. A dificuldade de se aceitarem essas ideias é porque temos o preconceito que existem pessoas “superiores” e “inferiores”. Achamos que um diploma nos põe acima daquele que não sabe ler. Todo mundo tem algo a ensinar, desde que saibamos criar esse ambiente para o aprendizado. Eu vou continuar martelando minha ideia que a melhor universidade do mundo não é a Harvard, Oxford ou Yale. Chama-se “Universidade da Vida”. Todos estudamos nela e todos temos muito a ensinar e aprender. Com arrogância não se tira nada de ninguém. Aprender e ensinar é uma arte tirada da humildade. Aliás, a humildade já marcou vários encontros com o ego, mas ele nunca apareceu. Nunca deu satisfação. É mal educado mesmo e, pelo jeito, não tem intenção de estudar na Universidade da Vida já que lá existem muitos humildes.
Lideranças precisam entender que uma empresa é como uma orquestra. O maestro é importantíssimo, mas sem os músicos não há sinfonia. Sem sinfonia não há público (clientes). É função do maestro encantar os músicos. É, neste exato momento, no momento do encantamento que os músicos se transformam em maestros. Este encantamento entra na veia e atinge o coração do público, tornando-o fiel. Eis um dos segredos da fidelização; eis um dos segredos mágicos da liderança.

CAVALOS NÃO LIDERAM GENTE
Estudos indicam que o fator determinante na retenção de colaboradores é a relação entre líder e liderado. Especialistas afirmam que, ao contrário do que muitos possam pensar, salário influencia pouco na fidelidade do profissional ao empregador. Chefe “cavalo” (veja que não o chamei de líder), durão, tem seus dias contados. Meu argumento é simples: cavalos não lideram nem mesmo cavalos. Líderes lideram GENTE e cavalos. Estudo feito pela Right Management, empresa de consultoria organizacional, relata que o nível de fidelidade de colaboradores com empresas está em crise. 34% dos funcionários de organizações com mais de 50 empregados afirmam estar comprometidos, enquanto 50% se dizem completamente sem comprometimento. O estudo avaliou aproximadamente 40 mil funcionários em 15 países. Na maioria dos casos de demissão, as pessoas estão se demitindo do “chefe” e não da empresa. Ruy Shiozara, executivo da Great Place to Work, instituto que realiza pesquisas sobre as melhores empresas para se trabalhar, afirma que grande parte dos profissionais se baseia na relação de confiança que tem com o superior imediato. Também é importante o gosto pelo que se faz e o ambiente de trabalho que precisa ser amigável. O consultor de recursos humanos, Armando Pastore Mendes Ribeiro, acrescenta que “o salário e a promoção não aparecem nas pesquisas como fator determinante para demonstrar o grau de satisfação dos funcionários”.
Eu defendo isso há anos. Não é que não achamos salário importante, mas não é o principal fator. As pessoas estão buscando felicidade nas empresas, afinal passamos muito tempo no trabalho. Se puder ser com um ótimo salário, melhor ainda. Eu sempre defendi, por exemplo, participação nos resultados em todos os níveis. Mas o recado para os gestores é: façam seus funcionários felizes. Eu já disse várias vezes que dinheiro ne traz, nem manda buscar felicidade; é o contrário: é a felicidade, o amor pelo que se faz, que atrai o dinheiro. Tão elementar. Quando não podemos dar uma aumento salarial para um colaborador extraordinário, encontre outras formas de reconhecimento: um almoço, uma carta de agradecimento, faça algo. Atitude simples pode ser fator crucial para que colaboradores vistam a camisa da empresa. Quero lembrar que cabe ao professor encantar alunos (para que se tornem professores); cabe ao maestro encantar músicos (para que se tornem maestros) e cabe ao líder encantar colaboradores (para que se tornem líderes).

LIDERANÇA É ONIPRESENTE
Eu sei que você, leitor, tem uma pergunta. Claudemir, tudo lindo, tudo maravilhoso, então me responda porque ainda há tantos “chefes cavalos”? Existem muitas variáveis para responder, mas diria que, na visão dos acionistas, que está na cobertura luxuosa (e, portanto, não consegue escutar a base do edifício), os números ainda falam alto. Neste momento, ele não quer saber se o colaborador está sendo bem ou mal tratado. Ele não quer saber se o líder é cavalo, jumento, vaca ou urso de pelúcia. Ele está feliz pelos números. Claudemir, você está, então, me dizendo que os “cavalos” trazem resultados? Sim, leitor, trazem “excelentes” resultados, mas a curto e médio prazo. A minha visão de liderança tem uma palavrinha mágica a mais: curto, médio e LONGO prazo. Eu já vi muitos executivos, ao assumirem uma nova posição,  dizerem: “Ï will rock the boat” (eu vou chacoalhar esse barco, em geral, criticando o líder anterior), mas, no final, vi os mesmos caindo em água gelada.
E para finalizar meu pensamento: se você fosse um escravo e fosse obrigado a “produzir” mais através de chibatadas e pauladas, eu posso garantir que num curto espaço de tempo, você seria extremamente “produtivo”. Ou seja, o “medo” pode gerar produtividade e até “motivação”. A pergunta chave é: até quando? E qualquer pessoa de bom senso já sabe a resposta: duração com prazo de validade curto. Eu fico completamente abismado ao saber que no nosso século ainda existem “líderes” que se sentem orgulhosos por saber que a equipe tem medo dele. Muitas empresas acabam criando esse tipo de liderança porque a pressão por resultados é para ontem. Aí, a única forma é usar o medo como estratégia. Eu falo de produtividade e felicidade em harmonia. Eu falo de produtividade para hoje, amanhã, depois de amanhã e futuras gerações. Liderança jamais pode envolver medo. Liderança é confiança, é alegria, é Psicologia Positiva. Liderança não chacoalha barcos, mas ajusta as velas. Liderança não grita, mas inspira. Liderança é onipresente.
Walt Disney nos deixou em 15 de dezembro de 1966. Eu já não trabalho para a Disney, depois de 15 anos mágicos, pois realizei o grande sonho de abrir meu próprio instituto, e, no entanto, quando vou aos parques, não consigo deixar de pegar qualquer papel sujo que encontro pela frente. Walt deu esse exemplo a seus executivos quando passeava pela Disneylândia, dias antes de sua abertura em 1955. Ele nos ensinou que os parques deveriam ser limpos por líderes, começando por ele, e por liderados. Eu faço palestras sobre Psicologia Positiva usando meias, camisas, gravatas e relógios do Mickey Mouse. É minha forma de gratidão e uma forma de ter o Mickey sempre do lado esquerdo do peito, no meu coração, mesmo sendo seu vizinho aqui em Orlando. O que você, como líder, está fazendo que as pessoas vão querer se espelhar depois de sua saída da empresa? O que você, como líder, está fazendo para que futuras gerações se lembrem de seu estilo de liderar? Mesmo depois de sua partida deste planeta? Eu deixarei sementes da Psicologia Positiva. E você?
Isso é pensar no que chamo de liderança transcendental. Em minhas pesquisas, de mais de uma decada, sobre o homem Disney e a Psicologia Positiva, descobri que Walt também teve seus momentos de fúria animal, mas me espelho em muito que aprendi com ele, como professor e aluno da Disney University, como aluno da Universidade da Vida, e com líderes fantásticos que encontrei em todas empresas por onde
passei.
Termino com uma das frases mais encantadoras de Walt Disney: “Você pode sonhar, criar, desenhar e construir o lugar mais maravilhoso do mundo, mas é necessário ter PESSOAS para transformar o sonho em realidade”.
Eis porque o homem está mais vivo do que nunca. Eis porque seu estilo de liderança transcendeu. Eis meu fascínio por Walter Elias Disney, por pessoas e pela fascinante Psicologia Positiva. Você não gostaria de ser um líder transcendental?

Fonte:  http://seedsofdreams.wordpress.com/2011/06/21/walt-disney-lideranca-transcendental/
Claudemir Oliveira é presidente do Seeds of Dreams Institute, jornalista, pós-graduado em Marketing (ESPM) e Comunicação (ESPM), mestrado e doutorando em Psicoterapia (EUA), com foco em Psicologia Positiva. É membro vitalício da Harvard University e referência internacional em Psicologia Positiva. Vive em Orlando desde 2000. Contato:www.seedsofdreams.org  

O Clau além de tudo isso é um sonhador assim como eu é um Amigo, uma pessoa incrivel que eu admiro demais.... Meu eternos agradecimentos.... Sempre!!

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Semana de Compras em Orlando 22/Nov a 27/Nov/2011

Garanta já seu lugar para fazer as compras de natal em ORLANDO.
Os preços em Orlando são incrivelmente baixos, e quando quanparados aos do Brasil fica ainda mais atrativo.
Não fique pensando, Garanta sua reserva e um natal recheado de presentes.

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Érica Abreu de Andrade
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Caramelo Americano (DELICIOSO)

Leitores (as) amados (as),

Acho que já perceberam que eu adoro cozinhar (entre outras coisinhas, rss)
Adoro um desafio culinario e terstar receitas novas, que aparentemente não vão dar certo.... pois bem... desta vez foi a vez de testar o famoso CARAMELO AMERICANO.

Como Sempre foi pasar os ingredientes, o passo a passo e o pulo do gato (truque, secredo...) e claro as fotos (porque elas falam por si)!

Ingredientes:
120 g de açúcar refinado
225 ml de creme de leite fresco
30 g de manteiga sem sal

Se quiser fazer em uma quantidade maior é só dobrar a receita, foi o que eu fiz porque achei que ia dar pouquinho.... nas fotps vcs terao ideia de quanto rende com a receita DOBRADA!

Modo de Preparo: 
Derreta 120 g de açúcar no fogo médio baixo até fazer um caramelo (não muito escuro para não ficar amargo) e acrescente 225 ml de creme de leite e 30 g de manteiga. Vá misturando até formar um caramelo mais grosso. Retire do fogo.

PULO DO GATO:
Ao fazer o caramelo derreteno o açúcar, deixe ele em uma cor um pouco mais clara, pois ele vai continuar no fogo depois que você acrescentar o creme de leite fresco e a tendencia é que ele escureça um pouco mais (vamos evitar que a receita nao dê certo), antes de acrescentar o creme de leite fresco, mexa bem para ele não ficar com grumos e depois despeje o creme de leite na panela que esta o açúcar derretido em ponto de "bala" de caramelo ... Nessa hora pode ser que o creme de leite suba como se fosse leite fervendo, não se desespere, continue mexendo e se necessario reduza o fogo para abaixar a fervura e depois aumente novamente pra um fogo médico baixo.
Quando vc acrescentar o creme de leite vc vai pensar HAAAAAAAAAAa isso nao vai dar certo o caramelo que estva na panelaficou duro, sim é normal... pode continuar mexendo.... acrescente a manteiga ou margarina sem sal e continue mexendo.... quando atingir um ponto de fio grosso, "textura de mingau" você retira do fogo... ele pocesso certamente vai ter escurecido um pouco mais seu caramelo... depois de tr escriado um pouco coloque em um refratario de vidro (por ser mais resistente) deixe aberto ate esfriar completamente e só depois tampe....
Se colocar na geladeira ele vai endurecer bastante... eu optei por deixar fora da geladeira.

Simples? teste em sua casa e depois me conte....
Cor do caramelo e rendimento!!

Caramelo ainda quente

Caramelo ainda morno

Sugestão para consumo!!!  ENJOY!!
Aguardo o comentários de todos.

KEKA!!

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Gymboree (4ª Compra)

Oláaaaa Amigos e Amigas
Essa comprinha da Gymboree que eu fiz foi para dar de presente, pra 2 pessoas muito especiais... ainda não posso revelar porque minha amiga secreta do EF lê meu blog e os correios ainda não entregaram a caixa com o presente dela. MEGA HUNF!!!!!
Por fim quero falar que essa compra eu fiz com um cupom de desconto Gimbucks...

Kit com 5 bodys manga curta: tamanho 6 a 12 meses.

Conjunto de Gatinha RN. A gatinha tem uma aplicação que parece pelinho. É lindo demais!!!

Body Manga Curta... dispensa comentários!!!

Conjunto de Girafinha com calça dupla face e blusa com aplicação de girafinha!!

O Leão e a Girrafa são para o meu futuro bebê, pois a decoração vai ser de Rainforest. Essas meias imitando tenis é a coisa mais linda do mundo!!

Aguardo os comentarios!!!

Erica> KEKA!